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Inclusão Digital é garantia de direitos – Entrevista com Pedro Pontual

29 de Novembro de 2012,

A 11ª OID reuniu, ao longo de três dias, diversos atores políticos e possibilitou debates entre telecentristas, governo, movimento social e interessados no tema da Inclusão Digital e Participação Social. Aproveitamos a presença de Pedro Pontual, Diretor do Departamento de Participação Social da Secretaria Nacional de Articulação Social da Presidência da República, para uma rápida entrevista, que você acompanha a seguir:

 

 

OID – Qual a importância da Inclusão Digital no Governo Federal?

PONTUAL – A importância da Inclusão Digital no governo é relacionada com uma ideia de garantia de direitos, e, por consequência, exercício da cidadania. Quando pensamos na construção de um projeto de desenvolvimento para um país que seja equitativo, que contemple as diversas identidades que compõe o país e seja sustentável, uma das primeiras condições para atingir isso é a questão do acesso ao conhecimento. Aí, ao meu ver, entra a questão da inclusão digital, que é o desafio mais importante no sentido de garantir o acesso, para o conjunto dos cidadãos, a todas as possibilidades de conhecimento que a internet criou e que o Software Livre possibilita. Portanto, se a gente quer pensar num projeto de país onde os cidadãos sejam ativos, autônomos, sujeitos da historia, essa questão da Inclusão Digital enquanto possibilidade de apropriação de conhecimentos e recriação desse conhecimento é uma questão estratégica para o governo.

OID – Onde isso se articula com a participação social?

PONTUAL – O Brasil é hoje uma das referências mais importantes no mundo no campo da participação social, nas políticas públicas e no terreno mais amplo do exercício da democracia representativa. Nós criamos e desenvolvemos diversos instrumentos ao longo do último período, particularmente a partir de 2003, com o mandato do presidente Lula e agora na continuação com da presidente Dilma. Ampliamos e demos muito mais densidade a esses instrumentos de participação, como os conselhos, as conferências, as ouvidorias, as audiências públicas em sua versão digital, que seriam as consultas públicas e diversas outras formas, em que se passando pelas esferas estadual, municipal e federal, o cidadão tenha a possibilidade de incidir nas políticas públicas que possam melhorar a sua qualidade de vida. O grande desafio é aperfeiçoar estes instrumentos de participação. Nisso a inclusão digital é um elemento estratégico, já que ao possibilitar o acesso e a recriação de conhecimentos, ela qualifica o processo de participação. Ela possibilita também que se rompam as assimetrias que historicamente foram criadas para que os cidadãos, sobretudo os mais vulneráveis, não possam incidir nas politicas públicas. Eu diria que a Inclusão Digital contribui para tornar os processos de participação social nas políticas publicas mais potente. Em segundo lugar, contribui para incorporar, enquanto demandantes e formuladores de politicas, milhares de cidadãos que as vezes não estão associados em uma entidade ou movimento, mas querem opinar nas politicas que vão interferir na sua vida. A possibilidade de interferência é dada pelo acesso à internet e as informações da opinião publica. Vou te dar um exemplo: nas conferências nacionais, que são esses espaços que nos reunimos em torno de um tema para contribuir na avaliação, monitoramento e implementação das políticas públicas, nós temos introduzido as etapas virtuais, que precedem o momento presencial das conferências. Essas etapas tem possibilitado que um numero muito grande de cidadãos possam opinar, assim produzindo insumos que qualificam o debate na esfera publica. Então eu acho que essa é uma das possibilidades muito grandes que os programas de Inclusão Digital tem. A outra contribuição é a de que estes programas podem fortalecer ou criar espaço para novas formas de participação que deem conta da diversidade dos sujeitos sociais que nós temos na sociedade.

 

Qual é o melhor Antivírus?

Qual é o melhor Antivírus?
 Mesmo com a grande inteligência dos vírus atuais, sempre descobrindo novas formas de disseminação, explorando brechas de segurança em programas muito utilizados, até hoje a maior falha de segurança de um computador é o usuário. Isso mesmo, você :).

  

O usuário não resiste e entra em sites duvidosos, baixa programas executáveis, cracks de sites russos, acredita em promessas de fotos e vídeos do último acidente aéreo (no qual até a caixa preta quase não escapa, imagina uma câmera fotográfica), aceita, executa e re-distribui apresentações com mensagens e lindos fundos musicais (podendo conter também um vírus), etc. O usuário muitas vezes sequer lê o endereço da página para a qual está sendo direcionado ao clicar num link de e-mail. Recebi uma foto-mensage? Opa! Deixa eu clicar aqui no fotomsg.sitequalquer.ru para entrar no site de minha operadora e ver! Sério, acontece mais vezes do que você imagina!

 

Bons hábitos de navegação lhe trarão muito mais segurança no uso do computador que um software antivírus, isso eu lhe garanto. Mas como o seguro morreu velho e esclerosado, aqui vai uma listinha de aplicações gratuitas que podem lhe ajudar muito nessa árdua tarefa.

 

Avira antivirus – Sua versão gratuita possui proteção contra vírus, trojans e outros vermes. A versão Premium custa 19,95 Euros e oferece proteções ativas contra spywares e mais um monte de recursos.

 

Avast – O Avast também é um bom software e sua versão gratuita é bem completa, mas lembre-se de registrá-lo – gratuitamente – no site da empresa caso queira continuar com ele após os 60 dias de avaliação.

 

AVG – O AVG é outro aplicativo basicão (tem antivírus e antispyware na versão gratuita), mas meio pesado, o que o torna um pouco lento em máquinas mais antigas ou com pouca memória.

 

NOD32 – Dentre os que testei, o NOD32 é o mais completo, leve e funcional. Tem anti-um-monte-de-coisa e realmente pega as pragas mais novas mesmo antes de baixar o arquivo ou terminar de carregar uma página. Lado ruim? A versão gratuitaexpira em 30 dias e o upgrade sai por R$ 90,0. Meio caro, mas quanto custa sua segurança?

 

Lembrem-se bem… de nada adianta um belo antivírus se você o desabilitar para baixar um arquivo estranho. Você é o seu melhor antivírus!

Esta é a nossa dica da semana.

Texto adaptado por Adriana Rocha.

 

Dez mandamentos para se defender dos vírus de email.

Para se proteger dessas pragas virtuais, além de um bom antivírus (sempre atualizado!), é preciso ter bom senso e seguir alguns mandamentos para evitar a contaminação:

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1º Mandamento 

Não abrirás arquivos anexos enviados por pessoas desconhecidas. Principalmente se a mensagem tratar de pornografia ou vantagens financeiras. Simplesmente apagarás a mensagem.

 

2º Mandamento 

Se não souberes do que se trata o anexo, não o abra. Mesmo que o e-mail seja de uma pessoa conhecida.

 

3º Mandamento 

Assunto e remetente também ajudam a identificar vírus. Se chegar um e-mail de alguém famoso ou com um título engraçado, cuidado: vírus à vista. Atentarás também para os e-mails sem remetente ou sem assunto. Os vermes modernos podem atacar-te ao abrir uma mensagem, sem que abras um anexo.

 

4º Mandamento 

Deletarás as correntes e e-mails indesejados (spam). Não encaminharás nem responderás a nenhum desses e-mails (_); ao pedir que um spammer tire teu endereço da lista, tu só fazes confirmar teu endereço para ele.

 

5º Mandamento 

Atualizarás sempre seu antivírus. Cerca de 200 novos vírus são descobertos todo mês.

 

6º Mandamento 

 Farás backup de todos os seus arquivos, e manterás os discos atualizados para não perder informações. Assim, há como recuperar os dados caso um desastre aconteça. Se não podes (ou não queres) investir em um gravador de CDs. 🙂

 

7º Mandamento 

Só farás downloads de sites confiáveis. Caso seja necessário baixá-lo, gravarás o arquivo em um CD  e, então, passarás o antivírus.

 

8º Mandamento 

 NUNCA abrirás arquivos anexos que tenham as extensões PIF ou VBS, e terás precaução redobrada com os EXE ou COM. Esses arquivos são, na verdade, rotinas que descarregam o vírus em teu computador. Apaguarás o e-mail imediatamente, mesmo que o anexo tenha outra extensão (por exemplo: nome.jpg.pif).

 

9º Mandamento 

 Assim que receberes um e-mail que pareça infectado, procura avisar os remetentes dos e-mails imediatamente anteriores, para que eles chequem seus sistemas e parem de ficar enviando essas bombas virtuais!

 

10º Mandamento 

 Bom senso tem atualização mais rápida que antivírus. Precaução: apagarás as mensagens estranhas e não deixarás a curiosidade te vencer. Basta pensar no trabalho que dará recuperar arquivos, perder outros, redigitar textos, formatar o disco rígido…